sábado, 28 de novembro de 2009
Le Cirbusier, tido como papa da arquitetura moderna, propôs que a construção de casas não fosse algo livre e pessoal como fazer compras de supermercado ou de roupas. Ele sonhava com um mundo onde fábricas cuspissem residências prontas para serem usadas por qualquer ser humano do planeta. Eram as máquinas de morar, que levavam a extremos os cânones chamados cinco pontos da arquitetura, que ele tinha como imprescindíveis ao projeto de residências. A partir dali, nada mais era arquitetura, ninguém mais poderia fazê-la.
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